Avaliação especializada em ombro e cotovelo com planos personalizados de reabilitação, terapias guiadas, orientação de exercício e, quando indicados, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos com objetivo de devolver função, conforto e qualidade de vida.
Cada movimento importa: aqui, ciência e inovação se encontram para tratar a dor com eficiência e respeito ao seu ritmo. Tudo começa por um diagnóstico preciso; unimos condutas baseadas em evidências, exercícios terapêuticos e, quando necessário, procedimentos tecnicamente avançados — sempre priorizando sua recuperação funcional e retorno precoce às atividades.
Principais Lesões de
Ombro e Cotovelo
Dor noturna no ombro e ao elevar o braço. Tratamento com fisioterapia orientada, infiltrações específicas e, quando necessário, artroscopia para reparo.
Rigidez e dor progressiva no ombro. Protocolo com analgesia, mobilização gradual e, nos casos persistentes, bloqueios e infiltração. Liberação por vídeo.
Depósito de cálcio nos tendões do ombro. Tratamento com controle da dor, procedimentos minimamente invasivos, se necessário, artroscopia para remoção.
Dor lateral no cotovelo ao segurar ou levantar objetos. Reabilitação orientada e intervenções minimamente invasivas.
Sensação de que o ombro sai do lugar. Reabilitação muscular e, nos casos recorrentes, estabilização cirúrgica da articulação.
Dor e inflamação nas articulações. Controle inflamatório, ajuste de carga e correção biomecânica com exercícios específicos.
Médico ortopedista com atuação focada em dores, lesões e limitações do ombro e cotovelo, o Dr. Oreste é titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo.
Atua como médico docente da FUNFARME/Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), integrando o Grupo de Cirurgia do Ombro e Cotovelo vinculado à Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.
Sua prática une precisão diagnóstica, tratamentos individualizados de traumas e lesões ortopédicas, especializado em procedimentos minimamente invasivos, tratamentos cirúrgicos avançados e orientação de reabilitação ativa — com foco em devolver autonomia, desempenho e qualidade de vida.
Da primeira consulta ao retorno do movimento, como cuidamos de você
Os depoimentos de nossos pacientes refletem não apenas os resultados dos tratamentos, mas também a atenção, respeito e dedicação do Dr. Oreste Carrazone em cada etapa do cuidado com a saúde dos pacientes.
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A dor ao levantar o braço, a perda de força e as limitações nos gestos simples do dia a dia são sinais clássicos de lesão no manguito rotador. O tratamento é escalonado: inicia-se com fisioterapia orientada, controle da dor e infiltrações específicas.
Quando necessário, a artroscopia permite reparar os tendões com mínima agressão. O objetivo é restaurar mobilidade, força e qualidade de vida — devolvendo liberdade para cada movimento.
A capsulite adesiva causa dor intensa e rigidez progressiva no ombro, tornando até tarefas simples um desafio. O tratamento combina analgesia, mobilização e exercícios para devolver a amplitude dos movimentos.
Nos casos mais resistentes, bloqueios e infiltrações, assim como a liberação artroscópica podem acelerar o processo de recuperação. Cada etapa é planejada para aliviar a dor e reconquistar a liberdade funcional do ombro de forma segura e gradual.
O acúmulo de cálcio nos tendões do ombro causa dor intensa e restrição de movimento. O tratamento busca controlar a inflamação e reabsorver os depósitos com segurança — seja por medicamentos, fisioterapia ou procedimentos minimamente invasivos.
Quando a dor persiste, a artroscopia remove o cálcio e restaura a função articular. O foco é aliviar o desconforto e devolver a liberdade de movimentar-se sem dor.
Dor na região lateral do cotovelo ao segurar ou levantar objetos pode indicar uma sobrecarga nos tendões. O tratamento combina orientação especializada, carga terapêutica progressiva, órteses e estratégias para reequilíbrio muscular.
Quando necessário, procedimentos minimamente invasivos ajudam na recuperação. O foco é eliminar a dor, restaurar a força e devolver confiança aos movimentos diários e esportivos.
A sensação de que o ombro “sai do lugar” gera insegurança e limita atividades simples. A reabilitação busca restaurar o controle muscular e a estabilidade da articulação.
Em casos recorrentes a cirurgia pode ser o caminho. A reconstrução artroscópica oferece correção precisa e duradoura. O tratamento devolve segurança, permitindo retomar esportes, trabalho e rotina com confiança e tranquilidade.
A inflamação nos tendões e bursas causa dor e dificuldade nos movimentos articulares. O tratamento é focado em controlar a inflamação, ajustar a carga nas articulações e corrigir a biomecânica por meio de exercícios específicos.
O objetivo é devolver conforto e função, prevenindo novas crises e promovendo uma recuperação completa e duradoura.
A bursite é a inflamação da bursa, uma bolsa que reduz o atrito entre tendões e ossos. As principais causas são as alterações estruturais na forma da articulação, desequilíbrio muscular e sobrecarga em atividades esportivas ou de trabalho laborais.
Sintomas: Dor ao movimentar a articulação, piora ao deitar e perda de força em casos graves.
Tratamento: Conservador com repouso, medicação, fisioterapia e orientações. Em casos com maior gravidade, tratamentos minimamente invasivos com infiltração ou até mesmo cirurgia por vídeoartroscopia podem ser utilizados.
A tendinite é a inflamação dos tendões, estruturas que conectam músculos aos ossos. No ombro, afeta frequentemente os tendões do manguito rotador e do bíceps. No cotovelo, está relacionada às epicondilites lateral e medial.
Causas: Traumas ou esforço repetitivos, alterações anatômicas e desequilíbrios musculares.
Sintomas: Dor ao movimentar o ombro, piora ao deitar e perda de força em casos graves.
Diagnóstico: é baseado no exame médico detalhado e exames de imagem.
Tratamento: depende do estágio da doença, variando desde uso de medicamentos, fisioterapia e exercícios rotineiros, podendo passar por infiltrações para alívio da dor, até chegar ao tratamento cirúrgico em casos mais graves.
Prevenção
Exercícios regulares, alongamento, fortalecimento muscular e boa postura ajudam a prevenir bursite e tendinite.
A luxação do ombro ocorre quando há deslocamento entre os ossos da articulação, sendo a mais comum do corpo devido à sua grande mobilidade. Já a instabilidade do ombro é a sensação de que o ombro pode sair do lugar, podendo ser causada por traumas, microtraumas repetitivos (comuns em atletas) ou hipermobilidade articular.
Traumas diretos: quedas, esportes de contato e acidentes.
Hipermobilidade Articular (“frouxidão ligamentar”): condição que predispõe a luxações sem necessidade de trauma.
Traumática: mais comum, causada por impactos.
Atraumática: ocorre sem histórico de trauma significativo.
As luxações anteriores são as mais frequente Anterior (90% dos casos), causadas em sua maioria por traumas com o “braço aberto”.
Luxações posteriores: menos frequentes, podem ser causadas por traumas diretos no ombro assim como por microtrauma de repetição principalmente em atividades esportivas como natação, academia e lutas.
O diagnóstico exige a experiência de um especialista para orientar os exames mais adequados e assim orientar um tratamento personalizado visando devolver o paciente às suas atividades habituais.
Inicialmente o tratamento clínico visa o fortalecimento muscular e orientações de adaptações nas atividades diárias e gestos esportivos. Para aqueles que apresentam episódios de deslocamento recorrente após lesão traumática inicial, o tratamento muitas vezes requer abordagem cirúrgica para restabelecer a estabilidade e confiança do paciente na realização de suas atividades laborais e esportivas. O diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para evitar recorrências e complicações.
A epicondilite lateral, conhecida como “cotovelo do tenista”, é a principal causa de dor na lateral do cotovelo, afetando entre 1% e 3% da população, especialmente adultos de meia-idade. Apesar do nome, não é exclusiva de tenistas, sendo comum em pessoas que realizam movimentos repetitivos do punho, como digitadores, trabalhadores manuais e praticantes de esportes como tênis, golfe e musculação.
O estresse repetitivo no movimento de extensão do punho e dedos da mão causam um processo de inflamação e degeneração na origem dos músculos extensores na região lateral do cotovelo, especialmente o tendão do músculo extensor radial curto do carpo (ERCC).
Movimentos repetitivos e sobrecarga podem dificultar a regeneração dos tendões, levando a um processo de degeneração crônico, inflamação e até pequenos rompimentos.
Dor na lateral do cotovelo, que pode ser sentida ao tocar a região (epicôndilo lateral).
Dor ao carregar ou levantar objetos.
Desconforto ao estender o punho contra resistência.
O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas e exame físico.
O tratamento pode incluir fisioterapia, imobilização temporária do punho, medicação e, em casos mais graves, procedimentos minimamente invasivos.
A reabilitação adequada e o ajuste das atividades são fundamentais para prevenir recorrências.
A tendinite calcárea é uma condição dolorosa do ombro causada pelo depósito de cálcio nos tendões, afetando principalmente os tendões do manguito rotador no ombro, em especial o supra-espinal e, em menor grau, o do infra-espinhal.
A origem da calcificação ainda não é totalmente compreendida.
Pode estar relacionada a tendinites prévias. Mais comum em mulheres entre 30 e 60 anos.
Dor repentina e de forte intensidade, que pode irradiar para o braço, e limitação de movimentos.
Dor variável: pode ser leve e crônica, durando meses, ou intensa e repentina, especialmente na fase de reabsorção da calcificação.
Dificuldade de movimentação do ombro em casos mais avançados.
Radiografia (Rx simples) é o exame principal para identificar a calcificação.
Ultrassom e ressonância magnética auxiliam em casos mais complexos, avaliando possíveis lesões associadas.
O tratamento depende da fase da doença e pode incluir medicação, fisioterapia e, em alguns casos, procedimentos minimamente invasivos.
O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado são essenciais para aliviar os sintomas e restaurar a função do ombro.
A capsulite adesiva, ou “ombro congelado”, é uma síndrome caracterizada por dor intensa e perda progressiva dos movimentos do ombro. Ocorre devido a um processo inflamatório intenso e crônico que provoca aderências na cápsula articular, reduzindo a quantidade de liquido articular, limitando a mobilidade da articulação.
Pode ter origem autoimune ou genética, embora a causa exata ainda não seja totalmente compreendida. Na maioria das vezes não tem causa aparente.
Afeta principalmente mulheres entre 40 e 60 anos.
Está associada a doenças como diabetes, disfunções da tireoide, doenças cardiovasculares, ansiedade e depressão.
Pode ocorrer após traumas, imobilizações prolongadas ou cirurgias.
Dor progressiva no ombro, mais intensa à noite, prejudicando o sono, limitação dos movimentos, especialmente das rotações interna e externa, dificultando atividades diárias como vestir roupas e pentear o cabelo. o cabelo.
O diagnóstico é baseado no exame médico detalhado e exames de imagem.
O tratamento depende do estágio da doença, variando desde uso de medicamentos, fisioterapia e exercícios rotineiros, podendo passar por infiltrações para alívio da dor, até chegar ao tratamento cirúrgico em casos mais graves.
Pré-congelamento: dor noturna sem perda de mobilidade significativa.
Congelamento: dor intensa e início da restrição dos movimentos.
Maturação: redução da inflamação, melhora parcial da dor e rigidez articular severa.
Descongelamento: melhora da dor, e melhora gradual da mobilidade.
O diagnóstico precoce e tratamento adequado são essenciais para evitar a progressão da doença, que pode durar até dois anos de evolução, possibilitando assim o restabelecimento da função e recuperar a funcionalidade do ombro.
O manguito rotador é um conjunto de quatro músculos responsáveis pela estabilidade e mobilidade do ombro. Suas lesões, principalmente no tendão supraespinhal, são uma das principais causas de dor e limitação funcional.
Sintomas mais comuns: dor ao levantar o braço e com piora no período noturno, dificuldade em movimentar o ombro além de perda de força.
Causas: degeneração natural, impacto repetitivo, alterações anatômicas, tabagismo, fatores genéticos ou traumas.
Quem: As lesões causadas pelo processo degenerativo natural fazem com que as pessoas com idade acima de 60 anos tenham maior chance apresentar o problema. Trabalhos com esforço repetitivo e atividades esportivas também podem ser um fator de risco.
Diagnóstico: exame clínico detalhado e exames de imagem como radiografia, ultrassom e ressonância magnética confirmam o diagnóstico.
Tratamento: inicialmente as medidas não cirúrgicas como fisioterapia, medicação e infiltrações são indicadas. Casos mais graves e que não melhora podem exigir cirurgia. Técnicas minimamente invasivas como a artroscopia são uma ótima opção de tratamento cirúrgico.
Recuperação: pós-operatório inclui imobilização inicial e reabilitação precoce progressiva, podendo levar até seis meses para retorno completo às atividades.
A prevenção inclui exercícios regulares, fortalecimento muscular e cuidados com movimentos repetitivos. Para um diagnóstico preciso e tratamento adequado, procure um especialista em cirurgia de ombro e cotovelo.